quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

"SE MEUS JOELHOS NÃO DOESSEM MAIS.."

Artigo publicado na revista Planeta Fut 7
Por: Dr. Murilo Santos - especialista em Cirurgia do Joelho da Artro Clínica de Ortopedia
Dr. Lorenzo Moraes - Fisioterapeuta da Artro Clube de Reabilitação e Atividade Física


 
No Brasil, o futebol 7 praticado em gramados sintéticos tem ganho um grande número de "atletas" nos últimos anos. As lesões mais comuns no futebol 7 acometem a articulação do joelho e tornozelo. Estão relacionadas a diversos fatores como: idade, peso, nível de condicionamento cardiovascular e musculoesquelético, nutricionais, entre outros.
Outro fator relevante é o equipamento esportivo. Desde o tipo de roupa e principalmente o tipo de tênis. Para cada tipo de piso deve-se usar um solado apropriado. Em caso de piso mais "ralo" é recomendável solado liso ou quando piso com grama "alta" pode-se usar com travas baixas. Estes tênis apropriados reduzirão o impacto sobre as articulações e não prendem os pés nas mudanças de direção que ocorrem com frequência no esporte.
Uma das lesões mais graves que ocorrem no joelho é a ruptura do ligamento cruzado anterior, que se localiza no centro da articulação. A sua rotura ocorre principalmente em esportes que exigem muita rotação, onde muitas vezes o pé pode ficar no chão e o corpo rodar sobre o joelho. Entretanto, 75% dos atletas acometidos, machucam sozinhos, sem qualquer interferência de outro atleta.
A maioria dos jogadores são praticantes esporádicos da atividade física, os chamados "atletas de finais de semanas", que possuem qualquer orientação e manutenção da qualidade física, em exemplo, alongamentos diários, treinos específicos para o esporte, musculação alimentação adequada e nutrição pré e pós exercício.
É importante ressaltar a importação de atividades que previnem lesões no esporte. Baseia-se entre outras atividades, na propriocepção articular, que é a capacidade das articulações em perceber sua posição e orientação no espaço promovendo o equilíbrio postural e a realização de diversas atividades práticas.
Alguns exemplos de treinos proprioceptivos são os exercícios realizados em desequilíbrio corporal, utilizando-se de cama elástica, balanço e tábua de equilíbrio. Há evidências científicas que o treinamento preventivo, constituído de exercícios de flexibilidade, fortalecimento muscular, pliométricos e de propriocepção, são capazes de diminuir em até 80% a chance de ocorrer uma lesão.
Infelizmente , mesmo o atleta utilizando-se desses meios citados para a prevenção da lesão, essas podem ocorrer, visto que o futebol é um esporte de grande contato físico e com uma dinâmica corporal diferente de vário esportes.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

DOR NO OMBRO?

"A dor no ombro não escolhe idade, sexo e nem mesmo a condição social"

Por apresentar anatomia peculiar e grande amplitude de movimento, o ombro é o local de processos micro traumáticos e degenerativos que, em última análise, levam a alterações das estruturas que o compõe (músculos, tendões, ligamentos e cartilagem).
Corresponde a 20% das queixas dos pacientes que procuram os consultórios ortopédicos e de fisioterapia, sendo superado apenas pelas patologias da coluna vertebral.
As causas são variadas, entre elas o encurtamento musculas, falhas posturais e atividades profissionais ou recreacionais. Atividades profissionais exigem movimentos repetitivos dos braços acima da linha dos ombros ou postura inadequada fazem de seus executores alvos fáceis desse tipo de lesão. Esportes como, tênis natação, vôlei e handebol também predispõem seus praticantes a lesões. Existe ainda uma estreita relação do problemas com o tabagismos, que leva à redução do calibre dos vasos sanguíneos dos tendões, favorecendo o surgimento das tendinopatias.
A dor quase sempre é insidiosa, podendo irradiar para o braço e pescoço, e aumentar com a repetição de movimentos. Outra importante característica é a dor noturna, que fica mais intensa com a pessoa deitada, independentemente da posição. A perda de força para realizar atividades de elevação do braço é um sinal de possível ruptura dos tendões. A quase totalidade das tendinopatias ocorre no manguito rotador, um conjunto de quatro músculos e tendões (supraespinhal, infraespinhal, redondo menor e subescapular) responsáveis pela movimentação e estabilidade da principal articulação do ombro (a articulação glenoumeral). Apresenta um caráter progressivo, podendo evoluir para a ruptura dos tendões caso um tratamento específico não seja realizado.
Tratamento medicamentoso, mudança nos hábitos de vida e reabilitação fisioterápica proporcionam melhora para a grande maioria dos casos de tendinopatias e lesões parciais dos tendões. As lesões que não apresentam melhora com o tratamento clínico, assim como as rupturas extensas dos tendões são tratadas cirurgicamente. A Artroscopia é um método de cirurgia minimamente invasiva através do qual a limpeza dos processos inflamatórios e reparo das lesões tendinosas do ombro. Apresenta como vantagens: estética por ser realizada através de pequenas incisões, menos dolorosa e rápida recuperação por não necessitar abertura dos grandes músculos que recobrem o ombro.
 
Caso você esteja com sintomas parecidos aos descritos acima, procure um médico especialista na área para correto diagnóstico e tratamento.
 
Especialistas em Ombro da Artro Clínica de Ortopedia: Dr. Álvaro Chamecki, Dr. Armando Secundino e Dr. Guilherme Gonzalez.
Veja o currículo de cada médico: Aqui

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Congresso anual da SRS - Scoliosis Research Society - Lyon, França


Entre os dias 18 e 21 de setembro o Dr. Luiz Müller Ávila, especialista em cirurgia de coluna da ARTRO, participou do congresso anual da SRS (Scoliosis Research Society) realizado em Lyon, na França. O congresso reúne, anualmente, os principais cirurgiões de deformidade da coluna vertebral adulto e pediátrica. Nele se apresentam trabalhos científicos e as linhas de pesquisas atuais.
Entre os temas destacados no congresso estiveram, segundo o Dr. Luiz, a escoliose secundária a mielomeningocele e paralisia cerebral, escoliose idiopática do adolescente e degenerativa do adulto. As deformidades da coluna cervical também tiveram um espaço de destaque no congresso.


LIVRO: Ombro e Cotovelo - SBOT

Por Dr. Armando Romani Secundino
No mês de setembro foi lançado durante o CLOSED MEETING DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA DE OMBRO E COTOVELO o livro SÉRIE ORTOPÉDICA – TÉCNICAS CIRURGICAS VOLUME OMBRO E COTOVELO. O livro é focado nas atualizações do tratamento cirúrgico das principais patologias do ombro e cotovelo, trazendo como novidade vídeos com as técnicas operatórias. O Dr. ARMANDO ROMANI SECUNDINO especialista da ARTRO  foi convidado para escrever o capítulo sobre FRATURA DA EXTREMIDADE DISTAL DO ÚMERO DO ADULTO – SUPRA E INTERCONDILIANA. O capítulo foi escrito em colaboração com o Dr. Paulo Sérgio dos Santos, professor de Ortopedia da UFPR, e traz uma atualização sobre o manejo das fraturas do cotovelo e vídeo orientando a técnica preconizada pelos autores.
 
Leia um trecho do livro Aqui
 
 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A CLÍNICA DA DOR

Por Dra. Úrsula Guirro - Anestesiologia e Tratamento da Dor da Artro Clínica.


Todo mundo já sentiu dor algum dia. Em geral, as pessoas tomam um analgésico ou anti-inflamatório e a dor vai embora. E o que fazer quando a dor não passa?
A dor crônica acomete cerca de 60% da população. A mais frequente é a dor de cabeça, seguida da dor lombar e nas pernas e pés.
 Mas o que é dor crônica? É aquela dor persistente por mais de três meses, que atrapalha a rotina diária e o sono. Muitas vezes a dor crônica traz alterações emocionais.

Quando a dor crônica é secundária a algum problema, como artrose (dor nas articulações), tendinite (dor nos tendões) ou uma cirurgia, este problema tem que ser tratado, mas nada impede que se trate a dor enquanto se obtém a melhora do problema inicial. Porém, mesmo tratando com medicação, fisioterapia e até mesmo cirurgia, a dor pode permanecer e incomodar. Daí entra ao tratamento na Clínica da Dor: um médico com conhecimentos específicos nos mecanismos da dor e analgesia vai avaliar as queixas relativas à dor, e propor tratamentos com medicações, exercícios, acupuntura e, às vezes, procedimentos como infiltrações e bloqueio de nervos.

Outras vezes, a dor não tem causa específica a ser tratada, como é o caso da fibromialgia e da enxaqueca. Não existe um problema específico, mas a dor está presente, é intensa e atrapalha a vida de quem a sente. Neste caso, depois de uma avaliação bem completa, um tratamento específico para reduzir a dor pode ser prescrito.

Ainda existe a dor aguda, geralmente aquela que ocorre depois de um trauma, como a fratura de um osso ou uma cirurgia. Essa dor também deve ser tratada com medicações para facilitar a recuperação pós-operatória e a reabilitação adequada.

A dor intensa é um sofrimento desnecessário, não tem benefício algum para o organismo. Atrapalha o sono, a vida social e profissional, e pode estar associada a ansiedade e depressão, reduzindo a qualidade de vida. Procure tratamento adequado!

 

Reconstrução do LCA com a técnica All Inside

Foi realizada pela primeira vez em Curitiba , na Artro Clínica de Ortopedia pelo Dr. Alvaro Chamecki a reconstrução do ligamento cruzado anterior do joelho com a técnica all inside (totalmente artroscópica), onde após a retirada do enxerto os túneis ósseos para a passagem do mesmo no fêmur e na tíbia são feitos de forma retrógrada, diminuindo a incisão cirúrgica , o edema pós operatório e facilitando a reabilitação do paciente.

Veja abaixo o vídeo com a técnica utilizada
 


terça-feira, 20 de agosto de 2013

LOMBOCIATALGIA

Por: Dr. Luiz Gustavo Dal´Oglio da Rocha - Especialista em Cirurgia da Coluna Vertebral.

A lombociatalgia é ocasionada por patologia originada nas raízes lombossacrais, processo este conhecido como radiculopatia. Diversas situações podem estar relacionadas com a radiculopatia. Entretanto, a hérnia discal, que consiste de um deslocamento de material do disco intervertebral para dentro do canal vertebral, é a principal e mais frequente causa. Pode irritar raízes nervosas ou o saco dural levando ao quadro de lombociatalgia ou ciática ocasionada pela radiculopatia. A relação entre ciatalgia e a hérnia discal foi descrita por Mixter e Barr ainda no inicio do século passado.
A hérnia discal é a patologia mais frequentemente associada aos processos degenerativos da coluna lombar e também a principal causa de tratamento cirúrgico. A lombociatalgia pode ser ocasionada por outras entidades clinicas como e estenose lombar, cistos sinovias e inclusive lesões de origem tumoral, que fazem parte do diagnóstico diferencial.
O tratamento conservador é a regra para tal patologia, porém a cirurgia tem frequentes indicações. Os procedimentos cirúrgicos evoluíram desde as ressecções transdurais, passando pela discectomia aberta, microdiscectomia até os procedimentos endoscópicos e percutâneos.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

MASTERCLASS EM ARTROPLASTIA DO MEMBRO SUPERIOR

 

Foi realizado nos dias 23 e 24 de julho em Miami o curso MASTERCLASS EM ARTROPLASTIA DO MEMBRO SUPERIOR.

Os especialistas da ARTRO, Dr Armando Romani Secundino e Dr Guilherme Gonzalez foram convidados pela empresa Zimmer a participar do evento. Os doutores participaram de discussões de casos clínicos com os médicos americanos consultores Theodore Blaine, Rolando Izquierdo e Ilya Voloshin.

Além disso, realizaram no MIAMI ANATOMICAL RESEARCH CENTER treinamento e aprimoramento na realização da Prótese Total de Cotovelo e do novo modelo da Prótese Reversa de Ombro em cadáveres.

A Prótese Reversa de Ombro é um tipo de artroplastia do ombro, com objetivo de restaurar o movimento e tratar a dor em pacientes com ausência de função dos tendões do manguito rotador.

Saiba mais:
 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

COMUNICAÇÃO HUMANA E PROXIMIDADE

Em uma brilhante entrevista ao Fantástico, o Papa Francisco, falou sobre a necessidade de a Igreja voltar a ter uma comunicação humana com a população e não uma comunicação de papel. Disse que a verdadeira comunicação requer proximidade, inclusive fazendo gestos de embalo e aconchego como se ninasse uma criança. Sua fala foi uma verdadeira aula para nós – comunicadores. Precisamos realmente nos aproximar e conversar mais com aqueles para quem necessitamos dizer algo. Durante anos, ficamos preocupados com as teorias, ferramentas e técnicas da comunicação na  tentativa de inventar novas formas de realizar o nosso trabalho e nos esquecemos do essencial, a conversa tête-à-tête. A entrevista me fez lembrar a fala do presidente da GoreTex, considerada a empresa mais criativa dos Estados Unidos em 2011. “É na cantina e na carona para casa que acontece a verdadeira comunicação na empresa”, disse. (Eloi Zanetti)



Clique Aqui e veja o artigo na íntegra.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

CURSO ANNECY SHOULDER LIVE SURGERY 2013 - ANNECY - FRANÇA

Nos dias 06, 07 e 08 de junho, os Drs. Armando Secundino e Guilherme Gonzalez, ambos especialistas em Cirurgia do Ombro e Cotovelo da Artro Clínica de Ortopedia, estiveram em Annecy na França, participando do Curso bianual ANNECY SHOULDER LIVE SURGERY. Durante esses três dias, quinze dos principais cirurgiões de Ombro do mundo, realizaram 33 procedimentos cirúrgicos ao vivo e com amplo debate com a plateia.

Segundo os médicos da Artro, os procedimentos que mais se destacaram foram a Artroplastia reversa, realizada pelo Frances Pascal Boileau e a Transferência do músculo Grande Dorsal, realizada pelo renomado cirurgião suíço, Christian Gerber.

Assista abaixo o making-of do curso:


sexta-feira, 21 de junho de 2013

ENTREVISTA COM LORENZO MORAES PARA RIC TV

Veja abaixo a entrevista com Lorenzo Moraes, fisioterapeuta da Artro Clube de Reabilitação e Atividade Física, para o programa Paraná no Ar - RIC TV.


quinta-feira, 13 de junho de 2013

O JOGADOR GIULIANO TREINA NA ARTRO CLUBE DE REABILITAÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA

 O jogador Giuliano Victor de Paula, aproveitou sua semana de férias em Curitiba para treinar na Artro Clube de Reabilitação e Atividade Física. O preparador físico, Maurício Mandim e os Fisioterapeutas Aline Barbosa e Renan Fernandes são os responsáveis pelo condicionamento e reabilitação do jogador.
Giuliano e Maurício
Giuliano e os fisioterapeutas Aline e Renan 
Atualmente jogador do Clube Dnipro da Ucrânia, Giuliano já se destacou em alguns clubes aqui no Brasil e também na Seleção Brasileira.

Veja abaixo um resumo de sua carreira:

Giuliano estreou profissionalmente no Paraná Clube, no ano de 2007, sendo revelado ao futebol brasileiro pelo clube curitibano. Foi eleito naquele ano o jogador revelação da Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro.
Em 2009 foi contratado pelo Internacional, como futuro substituto do meia Alex que, curiosamente, também é paranaense. No mesmo ano foi o principal destaque da Seleção Brasileira no Campeonato Sul-Americano Sub-20 de 2009. Jogou também o Mundial no Egito, vestindo a camisa 10 e sendo capitão do time. O Brasil, porém, acabou vice-campeão da competição. No segundo semestre de 2009, Giuliano se firma como titular e importante peça no time do Internacional.
No dia 20 de maio de 2010, Giuliano fez o gol da classificação a semifinal da Taça Libertadores da América; no primeiro jogo, o Internacional venceu por 1x0, em Porto Alegre, no segundo jogo em Quilmes o Colorado vinha perdendo pelo placar 2 a 0 para o Estudiantes de La Plata, até Giuliano descontar e pela regra do gol fora de casa, garantir a classificação ao Inter.
O predestinado Giuliano saiu do banco no dia 18 de agosto de 2010 para marcar o terceiro gol do Inter na final da Copa Libertadores 2010, e fechou com chave de ouro, sagrando-se campeão. Além disso, Giuliano foi eleito o melhor jogador do torneio.
Em 20 de janeiro de 2011, o Inter confirmou, em seu site oficial, a venda do jogador ao Dnipro Dnipropetrovsk, da Ucrânia.
Seleção Brasileira: Depois da Seleção Sub-20 em 2009 e de uma boa campanha de Libertadores, Giuliano foi convocado para a Seleção principal por Mano Menezes em 23 de setembro de 2010 para dois amistosos no mês de outubro e também foi lembrado na pré-lista para as Olimpíadas de Londres 2012. No dia 11 de maio de 2012, o jogador foi convocado para os amistosos contra Dinamarca, EUA, México e Argentina.
FONTE: wikipedia

sábado, 8 de junho de 2013

Dr. Alvaro Chamecki e Seleção Brasileira de Voleibol

 Dr. Álvaro Chamecki, especialista em Cirurgia de Joelho da Artro esteve acompanhando a seleção brasileira de voleibol na primeira etapa da Liga Mundial 2013 na Polônia









terça-feira, 28 de maio de 2013

SAÚDE DO HOMEM: COMBATA A DOR NAS COSTAS

 "Buscar melhorar a postura é um bom começo para aliviar as dores".
Por: Dr. Luiz Gustavo Dal´Oglio da Rocha, especialista em Cirurgia de Coluna Vertebral da Artro Clínica.


É comum muitos homens se queixarem de dores nas costas, pois grande parte da população já sofreu ou ainda sofre com este problema. De acordo com o ortopedista, especialista em cirurgia da Coluna Vertebral, Dr. Luiz Gustavo Dal´Oglio da Rocha, existem muitos casos de dor na região das "costas", seja cervical, dorsal ou lombar, que realmente podem estar relacionadas a doenças na coluna vertebral. "Porém, a grande maioria dos casos de dores nesta região tem relação com situações menos severas, como o sedentarismo, o estresse, grandes esforços, ganho de peso e outras causas relacionadas", explica.
Para reverter esta situação, buscar melhorar a postura é um bom começo para aliviar as dores. A melhora postural tem relação com a manutenção de qualidade física adequada, por isso, o alongamento e o condicionamento físico previnem vícios posturais. "Além disso, a postura tem relação com a ergonomia, principalmente, no ambiente de trabalho, que deve ser avaliada pela medicina laboral", comenta Dr. Luiz Gustavo.
O ganho de qualidade física por meio de atividade de alongamento e fortalecimento muscular pode ajudara resolver o problema ou, pelo menos, diminuir as dores. "É possível curar a má postura e as dores nas costas. Na maioria dos casos, estes problemas são resolvidos com medidas simples, como mudanças de hábitos e a prática de exercícios físicos adequados". Nos casos de dor intensa ou sem  melhora com estas medidas, o ortopedista deve ser consultado.

Artigo publicado em uma revista de circulação pública:

quinta-feira, 9 de maio de 2013

ESCOLHA O CALÇADO CERTO

Matéria com Dr. Eduardo Fanchin Rocha para o Jornal O Estado do Paraná.
 
Em nome da moda e beleza, as pessoas, principalmente as mulheres, escolhem calçados inadequados e conquistam calos, joanetes, problemas na coluna e outras deformidades. Dr. Eduardo Fanchin Rocha, especialista em cirurgia do pé e tornozelo da Artro Clínica de Ortopedia, ressalta a importância dos cuidados na hora de comprar os sapatos. Ao escolher, deve-se levar em conta para qual atividade o calçado se destina. Sempre é bom lembrar que o calçado deve ser construído para os seus pés e não somente para o gosto estético. No caso dos atletas profissionais, esse cuidado deve ser ainda maior, levando-se em conta o conforto, o formato dos pés e até mesmo alguma possível anomalia física.
Dr. Rocha diz que um estudo realizado com atletas em atividades esportivas intensas e regulares, constatou que 77% deles apresentavam pés caracterizados como neutros, sem desvios para plano ou cavo; 13% evidenciaram pés do tipo plano e 10% do tipo cavo. O médico ressalta que cada fabricante usa formas com parâmetros diferentes, assim a mesma numeração pode variar entre os fabricantes. Então, para uma escolha correta do comprimento do calçado, deve-se experimentá-lo em pé, com todo o peso do corpo.
É importante observar a existência de uma distância de meia ou uma polegada entre a ponta do dedo mais longo e a extremidade posterior do calçado. Outro teste importante é simular uma freada brusca e observar se isso causa desconforto aos pés. Também é preciso provar o calçado com meia apropriada para a atividade pretendida.
Um detalhe que o especialista lembra é de que, apesar de parecer irrelevante, o horário da compra do novo calçado é muito importante, pois os pés têm a tendência de ficar mais edemaciados no fim do dia, levando-se a comprar calçados apertados. É importante provar o novo calçado nos dois pés e andar ou saltar, pois ele deve ficar sempre confortável.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

RUGBY

Por: Dr. Guilherme Barroso, especialista em Joelho da Artro.
Em outubro de 2012, iniciei um novo desafio em minha carreira profissional. Já havia trabalhado como médico do CAP, mas decidi mudar de ares e de esporte. Foi através de um amigo, atleta da equipe, que conheci o Curitiba Rugby. Após algumas reuniões e conversas, comecei meu trabalho como médico dos "Touros".
As diferenças entre os esportes são gritantes, não somente pelas modalidades usarem à bola de maneiras distintas – quanto ao passe, à utilização dos pés, e ao contato físico – mas também em relação ao comportamento dos atletas e ao profissionalismo dos times e da confederação.
O rugby no Brasil é um esporte amador, diferindo de alguns países como África do Sul e Nova Zelândia, onde o esporte movimenta milhões de dólares e leva milhares de espectadores aos estádios. Esse amadorismo faz com que pouco apoio e uma verba diminuta sejam destinados aos clubes que, em contrapartida, lutam para se manterem abertos com a infraestrutura necessária.
Mesmo assim, os atletas são apaixonados pelo esporte e sua resistência à dor é alta. Por isso, faz-se necessária a supervisão das equipes médica e técnica, para que os atletas em tratamento não treinem antes do recomendado, o que pode agravar as lesões e aumentar o tempo de afastamento.
Outra diferença em relação ao futebol é que os atletas respeitam tanto seus colegas de equipe quanto os árbitros, que são sempre tratados por “senhor”. Somente o capitão de cada equipe pode conversar com os árbitros, o que evita as reclamações típicas dos jogos de futebol.
Foto: equipe campeã do campeonato paranaense de 2012. Dr. Guilherme o segundo da esquerda para a direita na fila superior.

Como médico do CAP, estava acostumado com o tratamento das lesões características do futebol. Porém, é muito interessante o estudo e o aprendizado sobre novos tipos de lesões, consequência de um esporte com maior contato físico. Atualmente, as lesões mais incidentes no Curitiba Rugby são: pubalgia, entorse de tornozelo e fraturas de dedo. No entanto, em uma etapa do campeonato paranaense, tivemos uma lesão rara e grave, uma fratura da região temporal (região lateral da cabeça) de um atleta que necessitou ser submetido à cirurgia, mas que hoje passa bem e não apresenta sequelas.
Os novos aprendizados com o Rugby tem sido imensos, não somente na área médica, mas o esporte tem me ensinado que apesar do extremo contato físico e força presentes, o Rugby apresenta, acima de tudo, muita técnica, respeito, e um forte espírito de equipe.

terça-feira, 16 de abril de 2013

FRATURA POR ESTRESSE

Por: Dr. Guilherme Barroso, especialista em joelho da Artro Clínica.

A fratura por estresse foi primeiramente descrita em soldados prussianos em 1855. Esta condição acontece por uma alteração no metabolismo ósseo devido a sobrecarga causada por exercícios físicos. Nossos ossos estão em constante formação e degradação. É a alteração deste equilíbrio, entre a quebra e a formação óssea, que faz com que surjam as microfaturas que caracterizam a lesão por estresse.
Os ossos mais comumente afetados são a tíbia, os metatarsos e o calcâneo. Estes ossos sofrem com o impacto indireto e direto, respectivamente, durante as atividades com impacto (corridas, saltos, aulas de jump, etc.).
O sintoma mais comum é a dor após as atividades físicas, que alivia com o repouso e piora com o retorno a atividade. Esta dor pode ser difusa ou localizada no local da fratura. A fratura por estresse normalmente não chega a romper a cortical óssea, ou seja, é uma lesão óssea, mas que não necessariamente aparecerá no exame de raio-x como um traço evidente de fratura. O exame padrão para sua detecção é a ressonância magnética que pode mostrar alteração óssea sugestiva de fratura.
O tratamento dependerá do grau da lesão, podendo variar de suspensão da atividade que gera impacto ou retirada do apoio sobre o membro afetado até a consolidação e cura da fratura.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Técnica Latarjet

Dr. Armando Secundino e Dr. Guilherme Gonzalez, ambos especialistas em Ombro e Cotovelo da Artro, foram convidados pela SBOT para descrever e avaliar a técnica de Latarjet no tratamento da recidiva pós-reparo da instabilidade anterior do ombro. Há mais de 7 anos utilizando esta técnica o Dr. Armando é um dos mais experientes especialistas neste procedimento no Brasil.

Veja abaixo trechos do artigo:
(...)
O presente estudo demonstra que além da indicação tradicional (tratamento primário da luxação recidivante em pacientes jovens, praticantes de esportes de alto rendimento e de contato, associados a defeitos ósseos na glenóide e hipermobilidade) a técnica de Latarjet pode ser usada nas recidivas de reparo capsulo-labral com ótimos resultados. O posicionamento do enxerto, acaba sendo o ponto principal para um bom resultado, visto que o posicionamento lateral determina um risco elevado de desenvolvimento de osteoartrose e o posicionamento medial a persistência de sintomas de instabilidade.”
(...)
Veja Aqui o resumo do artigo.

Veja abaixo o procedimento:

 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

SÍNDROME DO TRATO ÍLIOTIBIAL


CONCEITO: O trato íliotibial é uma fáscia longa localizada na face lateral da coxa, que se estende do quadril até o joelho. Esta fáscia sofre atrito com a parte óssea distal lateral do fêmur quando o joelho flexiona a aproximadamente 30°, causando dor e inflamação na região lateral do joelho.
ETIOLOGIA E FATORES DE RISCO: desequilíbrios musculares na região do quadril, joelho em valgo ou varo, pés em pronação, aumento súbito no tempo de corrida, treino em terrenos irregulares, subidas e descidas, calçado inadequado para o tipo de pé.
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL: bursite do trato íliotibial, lesão meniscal lateral, tendinopatia do bíceps femoral e tendinite do poplíteo.
TRATAMENTO: anti-inflamatório e analgésico, gelo, correção dos fatores etiológicos, fisioterapia.
PREVENÇÃO: manter boa flexibilidade em cadeia anterior e posterior, equilíbrio muscular, condicionamento físico, calçado adequado para o tipo de pisada, propriocepção.


terça-feira, 9 de abril de 2013

FASCEÍTE PLANTAR

CONCEITO: inflamação do tecido denso na sola do pé. Esse tecido é denominado fáscia plantar. Ele liga o osso calcâneo aos dedos e cria o arco do pé.
ETIOLOGIA E FATORES DE RISCO: A fasceíte plantar ocorre quando há muita tensão ou uso excessivo da fáscia plantar. Alguns fatores que levam a tensão na fáscia são: problemas no arco do pé (pé plano e pé cavo); corridas de longa distância, especialmente em ladeiras ou em superfícies irregulares; tensão no tendão de Aquiles; calçado inadequado para o tipo de esporte, excesso de entorses de tornozelo. A fasceíte plantar pode ou não estar associada ao Esporão de Calcâneo.
TRATAMENTO: anti-inflamatório e analgésico, gelo, alongamento da cadeia posterior, usar calçados com bom sistema de amortecimento, palmilhas e principalmente correção do fator causador da lesão.
PREVENÇÃO: Manter uma boa flexibilidade na área do tornozelo, do tendão de aquiles e nos músculos da panturrilha pode ajudar a evitar a fasceíte plantar.

Por: Fisioterapeuta Lorenzo Moraes e Dr. Murilo Santos 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Lesão do Ligamento Cruzado Anterior

Por Dr. Alexandre Pimpão - Especialista em Joelho - Clínica Artro

O Ligamento Cruzado Anterior (LCA) é o ligamento mais lesado do corpo humano, corresponde a 80% das lesões traumáticas do joelho, sendo mais comum no sexo masculino. Tem a função de impedir o movimento de translação anterior da tíbia em relação ao fêmur.
A maioria das rupturas ocorre em pessoas que praticam esportes que exigem mudança rápida de direção, geralmente sem que haja o contato físico no momento da lesão. O trauma ocorre quando o pé fica fixo no chão e o corpo gira, fazendo rotação interna do joelho e valgo. Durante a entorse é referido um estalido audível ou perceptível, edema precoce e impossibilidade de prosseguir na atividade. O exame físico esclarece o diagnóstico e o exame de imagem define a lesão do LCA e se existe alguma lesão associada.
Tratamento
A decisão do tratamento a ser realizado depende de diversos fatores, sendo eles: o envolvimento em atividades esportivas e a presença concomitante de lesões associadas (como lesão de menisco, lesão condral e lesões ligamentares associadas). A idade deixou de ser um fator determinante na decisão do tratamento.
A tendência mais atual é pela reconstrução anatômica do LCA, onde se deve escolher o enxerto a ser utilizado na ligamentoplastia, considerando o tipo de esporte praticado e o nível de demanda.
O neoligamento pode ser formado por Tendões Flexores do Joelho ou Tendão Patelar. Veja abaixo as vantagens e desvantagens de cada um.
Tendões Flexores do Joelho
Vantagens: incisão menor e menos dor no pós-operatório .
Desvantagens: tempo maior para integração do enxerto.
Tendão Patelar
Vantagens: integração mais rápida do enxerto com retorno precoce aos esportes.
Desvantagens: maior incidência de dor na região anterior do joelho, dificuldade de permanecer ajoelhado e fraqueza do quadríceps.
 
O retorno completo aos esportes acontece, em média, seis meses após a cirurgia. A taxa de sucesso é de aproximadamente 95% dos casos.
 
"No ano de 2012 foram realizadas mais de 200 reconstrução do LCA pelos médicos  Artro Clínica."

quinta-feira, 28 de março de 2013

Boa Páscoa


segunda-feira, 18 de março de 2013

Lesões Traumáticas no Voleibol

"Estávamos em junho de 2001, e era meu primeiro jogo oficial como médico da Seleção Brasileira Masculina de Voleibol. No final do primeiro set, ao tomar impulso para saltar e atacar uma bola na saída, o nosso oposto caiu e começou a gritar de dor. Os jogadores que estavam perto, ao ver o joelho dele, ficaram assustados. Entrei na quadra, e logo diagnostiquei, pela primeira e única vez em 16 anos à beira da quadra, uma ruptura do tendão patelar, lesão que ficou “famosa” no mundo esportivo depois que o Ronaldo teve uma semelhante. Começo este artigo contando essa história, pois vou falar sobre as lesões traumáticas e cirúrgicas que acometem os jogadores de voleibol."


Felizmente, devido ao voleibol não ser um esporte de contato direto, essas lesões são bem mais raras que as lesões por esforço repetitivo, como as tendinites patelares, de Aquiles e nos tendões do ombro. Porém, costumam ser mais graves, e para piorar, afastam os atletas por mais tempo do esporte, causando sequelas em algumas situações.
Nos membros inferiores, a ruptura do tendão patelar ou tendão do quadríceps na região do joelho, sem dúvida, é a mais grave de todas, necessitando de cirurgia o quanto antes, para que seja reparado e reforçado o tendão. Esse tipo de lesão leva em torno de 8 meses para recuperação e, invariavelmente, diminui a capacidade de salto do atleta no retorno ao esporte.
Os entorses do joelho, levando a ruptura do ligamento cruzado anterior, associado ou não a lesões de menisco, já acontecem com maior frequência, sendo 3 a 4 vezes mais comuns em mulheres necessitando que o mesmo seja reconstruído, demandando uma recuperação média de 6 meses até que o atleta possa voltar a jogar.
As lesões de menisco também são relativamente mais comuns, porém felizmente após tratamento por artroscopia (cirurgia por vídeo), o tempo de retorno gira em torno de 30 dias. A lesão traumática mais frequente dos membros inferiores é entorse de tornozelo, que em jogadores de voleibol raramente tem indicações cirúrgica, e com o tratamento fisioterápico, dependendo do grau da lesão, pode afastar o atleta desde 1 dia até 6 semanas.
(...)
Em resumo, as lesões traumáticas nos atletas de voleibol felizmente não são tão frequentes. Porém, a sua prevenção é mais difícil, e sempre podemos nos deparar com alguma lesão mais surpreendente, como uma concussão cerebral num choque de cabeça entre jogadores que vão defender a mesma bola, ou mesmo uma fratura cervical num choque com a sustentação da rede. Mas, tanto os atletas, quanto os profissionais da saúde e preparação física devem estar muito atentos à prevenção, e sempre realizar um tratamento correto para o reestabelecimento mais rápido e sem nenhuma sequela.

Veja o artigo na íntegra: Aqui

 
Por: Dr. Álvaro Chamecki, Médico Ortopedista da Seleção Brasileira Masculina de Volei e também Especialista em Joelho e Ombro da Clínica Artro



 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Qual é seu tipo de pisada?

Pronação: A pronação acontece quando há uma rotação interna excessiva do pé e do tornozelo. Desta forma, mais tensão é posta na estrutura do pé, o que pode desalinhar o tornozelo, os joelhos e os quadris. A pronação desperdiça energia, fazendo com que seu estilo de corrida seja ineficiente e aumentando o risco de dores na canela e articulações, ou até mesmo lesões, caso o atleta utilize o tipo de calçado errado.
Neutra: A pisada neutra é o tipo ideal de pisada, pois possui um nível equilibrado de pronação e supinação e cria uma absorção de choque eficiente na fase de apoio da pisada. O arco do pé tem altura média e o calcanhar permanece em posição vertical com relação ao solo. Um corredor “neutro” é geralmente mais biomecanicamente eficiente e o risco de lesões é menor.
Supinação: A supinação é o oposto da pronação e descreve uma situação em que o pé rola para o lado de fora. Neste caso, as forças durante o ciclo da pisada não são distribuídas igualmente pelo pé, que possui o arco alto e não tem sua mobilidade afetada. O peso do corpo do corredor fica nos dedos de fora, o que pode gerar lesões, principalmente nos joelhos, pés, e nas costas.

Tipos de Arqueamento


Deixa uma marca com uma faixa estreita ligando o peito do pé e o calcanhar. Chamado de pé supinado ou subpronado, o corredor com esse tipo de curvatura deve selecionar um calçado nas categorias Supinador a Neutro.
Deixa uma faixa normal ligando o peito do pé e o calcanhar, um pouco mais ampla do que o pé cavo, mas que ainda tem certa curvatura. Os corredores com pés neutros devem selecionar sapatos nas categorias Neutro a Pronador.
Possui uma curvatura muito pequena e deixa uma faixa quase completa entre o peito do pé e o calcanhar. Os corredores que possuem pés planos – ou chatos – devem selecionar sapatos nas categorias Pronador a Pronador Severo.
Mais informações consulte o site: http://www.asics.com.br/tipos-de-pisada/

quinta-feira, 7 de março de 2013

JOANETE

Dr. Eduardo Rocha, especialista em tornozelo e pé da Clínica Artro, esclarece algumas dúvidas sobre um dos problemas mais comuns nos pés, o Joanete.

Veja abaixo as perguntas mais frequentes:
  • O que causa o joanete e qual é a melhor forma de evitá-lo?
O joanete ocorre em pacientes que tem uma tendência hereditária , congênita no formato dos ossos dos pés e desencadeado pelo uso de calçados inapropriados, como os com salto alto e frente estreita. A melhor forma de evitá-lo é restringindo o uso de calçados sociais (salto alto e frente estreita) e procurando o ortopedista quando dores nos pés ou dúvidas quanto presença de joanetes.
  •  Quas os principais sintomas desse problema?
Dores nos pés, principalmente na região interna e anterior, deformidades dos calçados e dificuldades para encontrar calçados adequados ao formato dos pés.
  • Que tipo de calçados mais adequá a quem já tem joanete?
Quem tem joanete deve usar calçados confortáveis, com a frente ampla, bom sistema  amortecedor no solado, evitar saltos com mais de 5 cm. Os que mais se adequam a este perfil são: tênis, sapatênis, anabelas em geral (linhas confort).
  • A cirurgia realmente "elimina" essa deformidade nos pés? Qual a melhor forma de tratá-lo?
A cirurgia é indicada para os pacientes que foram submetidos ao tratamento clínico com calçados  adequados e não obtiveram sucesso, permanecendo com dores. A cirurgia corrige a deformidade facilitando o uso de calçados e amenizando as dores. Importante lembrar que mesmo após o tratamento cirúrgico com sucesso, o paciente deve evitar o uso de calçados inadequados, as mulheres não devem usar os calçados sociais (salto alto e frente estreita) no dia a dia.
  • Há incidência maior em homens ou mulheres?

A maior incidência é em mulheres pelo uso de calçados inadequados.
  • Crianças podem ter joanetes?

Crianças podem ter joanetes, principalmente por alterações congênitas no formato ósseo dos pés, não é tão frequente como no adulto. O ortopedista deve ser consultado sempre que houver dúvidas para diagnóstico e acompanhamento.


Assista o vídeo abaixo e veja o procedimento cirúrgico:

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

OMAR FEITOSA CHEGA AO PALMEIRAS


  O Preparador físico e também um dos sócios do Clube de Reabilitação Artro, Omar Feitosa, foi apresentado no dia 28 de janeiro como Gerente de Futebol do Palmeiras e se classificou como um profissional exigente. Segundo o novo dirigente do clube alviverde, este tipo de conduta é a melhor forma para se obter o sucesso em qualquer profissão.

  Veja abaixo trechos da entrevista:

  “Na maioria das vezes que se obtém sucesso, é com muita disciplina. O número de fatores envolvidos em um clube como o Palmeiras, requer uma disciplina muito grande. Eu sempre fui exigente neste aspecto. Temos que ter disciplina, comprometimento e, ao mesmo tempo, demonstrar carinho pela instituição, isso é o mais importante. Saber que o torcedor quer sair no dia seguinte com a camisa do clube. Esse tipo de exigência, eu sempre vou fazer. Existem formas de cobranças diferentes. Como preparador físico, é uma. Como gerente (de futebol), é outra. Eu estou bem consciente disso.”
  Omar, nós colegas da
Artro desejamos toda sorte nessa nova etapa, sabemos que desempenhará muito bem sua nova função, visto que, determinação, coragem e autoconfiança são pontos fortes que se destacam em sua carreira profissional.
 
Veja a reportagem na íntegra, aqui

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Sessão de alongamento pode 'aumentar' altura em até 2 centímetros

    Uma boa sessão de alongamento é capaz de “aumentar” a altura em até 2 centímetros. Isso porque, durante o trabalho, as pessoas costumam ficar muito tensas e curvadas, sem prestar atenção na postura.
    Os exercícios de alongamento podem ser executados em várias circunstâncias, como por exemplo, em um aquecimento para a prática de uma atividade física, mas não obrigatoriamente, ou ao final de uma corrida, ou ainda com fins terapêuticos. Quando executados de forma correta, os benefícios que a melhora da flexibilidade pode oferecer ao praticante são grandes, além de atuar na prevenção de problemas na coluna vertebral, tendinites, dores mio articulares, entre outros. Vinte segundos de exercício em cada músculo podem ser suficientes para melhorar a aparência e o bem-estar.

Veja alguns exercícios que podem ser praticados.

 
**Consulte o seu médico antes de praticar qualquer exercício físico.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

CRONICAMENTE DOLORIDO

    O porcentual médio de pessoas afetadas por algum tipo de dor crônica no Brasil varia de estado para estado e pode ser de 15% a 40% da população, segundo dados da Sociedade Brasileira de Estudos para a Dor. A média de tempo que um paciente com dor leva até procurar um ambulatório ou serviço especializado é de oito anos. De acordo com dados da Previdência Social, a dor de coluna responde por quase 160 mil licenças por ano.
 
    Não demore para procurar um especialista. Quando o diagnóstico é feito precocemente, há grandes chances do tratamento ser mais eficaz.
 
    Marque já sua consulta com Dr. Luiz Gustavo Dal Oglio da Rocha, especialista em coluna da Clínica Artro.
 
 
 
 
 
Retirado daqui

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Clube de Reabilitação e Atividade Física

    Você já conhece o Clube de Reabilitação e Atividade Física da Clínica Artro? Então não perca a oportunidade de conhecer e aproveitar as vantagens.
    Dispondo de profissionais qualificados, estrutura física e equipamentos com tecnologia de última geração, o Clube de Reabilitação, atende de maneira eficaz clientes com restrições a atividades da vida diária e até atletas de alto rendimento.
 
    Faça sua matrícula até o dia 28 de Fevereiro e ganhe 10% de desconto nos pacotes de serviços oferecidos.
 
Venha fazer uma aula experimental!

 

 


Conheça os profissionais: Aqui

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Curso AO para Fellows e Residentes 2013

Dr. Luiz Gustavo Dal Oglio da Rocha esteve em São Paulo nos dias 01 e 02 deste mês como palestrante no Curso AO para Fellows e Residentes 2013. Dr. Luiz é um dos Faculties nacionais da AOSpine e proferiu palestras sobre Balanço Sagital e Escoliose do adulto.
 
 
 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Bursite posterior do tendão de Aquiles

A bursite posterior do tendão de Aquiles (deformidade de Haglund) é uma inflamação do saco de líquido sinovial (bolsa) localizado entre a pele do calcanhar e o tendão de Aquiles (o tendão que une os músculos da barriga da perna ao osso do calcanhar).

Esta perturbação manifesta-se principalmente nas mulheres jovens, mas também pode desenvolver-se nos homens. Pode agravar-se caso se ande de uma forma que comprima repetidamente os tecidos moles por trás do calcanhar, contra o suporte rígido posterior do sapato.

No princípio, aparece uma mancha ligeiramente vermelha, endurecida e dolorosa na face posterior e superior do calcanhar. Quando a bolsa inflamada aumenta, aparece uma tumefação vermelha por baixo da pele do calcanhar que causa dor acima do mesmo. Se a afecção se torna crônica, o inchaço pode endurecer.

O tratamento tem por objetivo reduzir a inflamação e adaptar a posição do pé no sapato para aliviar a pressão sobre o calcanhar. Podem colocar-se almofadas no calçado, de espuma de borracha ou de feltro, para suprimir a pressão por meio da elevação do calcanhar. Pode ser útil esticar a parte posterior do sapato, ou acolchoá-lo à volta da bolsa inflamada. Por vezes desenham-se sapatos especiais para ajudar a controlar o movimento anormal do calcanhar. Se estas medidas não forem eficazes, os anti-inflamatórios e o tratamento fisioterápico podem ajudar. Quando estes tratamentos não são eficazes, deve-se extrair cirurgicamente uma parte do osso do calcanhar.










Dúvidas? Faça suas perguntas aos Drs. Eduardo Rocha e Roberson Matunaga, ambos especialistas em pé e tornozelo da Clínica Artro.

 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

COMO GANHAR MAIS SETE ANOS DE VIDA

Pesquisa aponta que expectativa de vida aumenta com a prática da atividade física
 
Praticar uma atividade física, como corrida e caminhada, pode elevar sua expectativa de vida. Pelo menos é o que garante uma pesquisa do National Cancer Institute, nos Estados Unidos, que acompanhou 650 mil pessoas e calculou os anos de vida ganhos depois dos 40, a partir da pratica de atividades físicas em diferentes níveis.
Pessoas de peso normal que fizeram caminhada rápida, entre 150 e 299 minutos por semana (o recomendado pelo governo norte-americano), tiveram a expectativa de vida aumentada em 7,2 anos, em comparação a uma pessoa obesa e sedentária.
Segundo o estudo, os anos extras estão relacionados ao menor risco de desenvolvimento de doenças cardíacas e de câncer. “Exercitar-se apenas alguns minutos por dia pode resultar e um notável aumento na expectativa de vida”, explica o pesquisador Steven Moore.


(Trecho de matéria publicada na Revista O2, nº116, de dezembro de 2012)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Mulheres sofrem mais com Artrose


      De acordo com estudo recente feito por quatro sociedades médicas, mais de 10 milhões de brasileiros sofrem com artrose no País. Destes, 61% são mulheres. Por este motivo, a Sociedade Brasileira de Reumatologia, Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, a Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação e a Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho promoveram um estudo inédito: Cenário atual e tendências da artrose no Brasil.
Os objetivos do material destinam-se a obter e disponibilizar, para a classe médica, informações qualitativas, quantitativas e operacionais das principais variáveis de prevalência, incidência, dados sociais e fatores médicos científicos relacionados ao estágio atual da doença no País.
Outras informações relevantes extraídas do estudo:
· A artrose é uma doença freqüente  na população e de fácil diagnóstico por meio de exames clínicos e de imagem;
· Apenas 42% dos pacientes com a doença estão diagnosticados atualmente. Em 5 anos, a expectativa é que esse número atinja 55%;
· A doença se manifesta mais cedo nos homens, particularmente no joelho e antes dos 60 anos de idade. Em pacientes acima desta idade, a incidência maior é no quadril . Quando a mulher entra no período da menopausa, os índices de prevalência se aceleram, alcançando níveis próximos ao dos homens, às vezes superando-os.
· 69% dos pacientes que sofrem de artrose estão em tratamento, número que deve chegar a 76% em cinco anos;
· Com relação às perspectivas para os próximos cinco anos, os índices apresentados estão dentro dos parâmetros previstos pelos especialistas: 56% e 57% na faixa etária entre 41 e 60 anos, respectivamente para homens e mulheres;
· A artrose prevalece mais nas faixas etárias acima dos 40 anos, com a maior significância na população igual ou acima dos 60 anos;
· A artrose, considerada uma doença multifatorial, pode começar com uma fissura e uma ulceração cartilagem, acarretando seu amolecimento, perda e diminuição do espaço articular, com evolução para um processo de esclerose no osso subcondral e  sinovite, além do aparecimento de cistos e osteófitos.

Fonte: Floripa News (floripanews.com.br)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Roturas Completas do Manguito Rotador: Tratamento Cirúrgico

As lesões do manguito rotador são uma das causas mais frequentes de dor e incapacidade funcional do membro superior. Com o nível de atividade crescente na população atual, lesões que no passado eram prevalentes em pacientes mais idosos atualmente são vistas em pacientes mais novos. Pacientes mais jovens, geralmente, estão envolvidos em atividades atléticas, com movimentos repetitivos do braço acima da cabeça, acidentes de alto impacto ou trabalho pesado. Já indivíduos de meia idade, frequentemente, apresentam tendinopatia resultante de sobrecarga repetitiva. Nos pacientes mais idosos, o que pode ocorrer é um impacto subacromial verdadeiro, causando atrito ao manguito rotador. A gênese das lesões do manguito acredita-se hoje ser de origem multifatorial.
Nas últimas duas décadas, o tratamento cirúrgico das lesões do manguito rotador foi alvo de várias publicações científicas discutindo estratégias para o tratamento cirúrgico, evoluindo do reparo aberto ao totalmente artroscópico destas lesões. O objetivo do tratamento cirúrgico é o alívio da dor e a melhora da função do membro. O reparo aberto possui uma série de complicações descritas na literatura, sendo que o tratamento por meio da artroscopia, parece demonstrar bons resultados, tanto no período pós-operatório quanto em longo prazo. Os resultados dependem de uma equipe treinada e material adequado para realização da operação por meio desta técnica. Além disso, o reparo necessita de um tecido saudável que resulte na cicatrização das lesões. O pensamento do tratamento por via artroscópica é baseado em realizar incisões menores, com pouco dano às partes moles, determinando menor morbidade, dor e maior facilidade para ganho de amplitude articular. A habilidade de avaliar, preparar, mobilizar e fixar as lesões tendíneas são preocupações relacionadas à qualidade do reparo e à evolução do paciente.
 A etiologia da lesão do manguito rotador pode estar relacionada a fatores mecânicos e biológicos. O fator biológico da reparação também é alvo de estudos. A terapia genética e a engenharia de tecidos procuram formas de melhorar o potencial de cicatrização dos tendões.
 
 
Assista o vídeo abaixo: